quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Mapa Conceitual -Cida


Mapa conceitual - Daiana



Tema: Terra e Universo


Certezas provisórias
Dúvidas temporárias
* Que a vida não precisa ser como na Terra.
* As pesquisas estão avançadas.
* O planeta Marte já apresenta algumas condições para a vida semelhante a da Terra.




* Que forma de vida?
* Quais as condições necessárias para a vida?
* Quais os critérios/definições para definir vida?
* Se poderemos ter relações ecológicas com essas formas de vida?
* Quais as teorias mais aceitas sobre vida extraterrestre?
Pergunta norteadora: Existe vida em outros planetas?

sexta-feira, 20 de setembro de 2019




Quais as teorias mais aceitas sobre vidaextraterrestre?

Diante da imensidão do Universo, faz sentido imaginar que não estamos sozinhos.

Mas, se há realmente vida inteligente além do nosso planeta, por que não conseguimos comprovar?

Por que ninguém se comunica com a gente?

Será que os extraterrestres têm medo de nós? Ou simplesmente parecemos muito chatos? É possível que eles estejam tentando se comunicar, mas ainda não percebemos?

§ Astrônomos detectam misteriosos sinais de rádio vindos de galáxia distante


§ Estamos sozinhos no Universo? Três acadêmicos de Oxford concluem que provavelmente sim


Estas questões foram debatidas por um grupo de astrofísicos, biólogos, sociólogos, psicólogos e historiadores, que se reuniram no fim do mês de abril de 2019 no Cité des Sciences et de l'Industrie (Cidade das Ciências e da Indústria, em tradução livre), em Paris, na França.

Estes pesquisadores fazem parte do Meti (sigla em inglês para Mensagens a Extraterrestres Inteligentes), organização com sede nos EUA que se dedica a enviar sinais interestelares com a esperança de receber, algum dia, uma resposta.

Parece contraditório que, embora seja muito provável que exista vida em outros planetas, nunca houve tentativa de contato.

Os estudiosos no assunto costumam se referir a essa suposta contradição como "o grande silêncio" ou "paradoxo de Fermi", uma vez que o físico italiano Enrico Fermi foi o primeiro a levantar a questão em 1950.

Uma das missões do Meti é desvendar por que nossos possíveis vizinhos cósmicos nos ignoram.

"Talvez os alienígenas estejam observando os humanos na Terra, da mesma forma que observamos animais no zoológico", afirmou o astrobiólogo Douglas Vakoch, presidente do Meti, em comunicado.

Referências:
https://www.bbc.com/
https://www.infoescola.com/evolucao/origem-da-vida/

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Existe vida fora da Terra?


A descoberta de vida fora da Terra, provavelmente, acontecerá antes do que imaginamos! Pesquisas relacionadas indicam que nos próximos 6 anos, possivelmente, alguma forma de plâncton ou alga será descoberto em algum canto do nosso Universo fora da Terra. No entanto, para conseguirmos provar a existência pode levar mais alguns anos, pois a tecnologia para descobrirmos já existe, mas estamos no processo de implementação.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/04/150409_nasa_vida_alienigena_rm

Qual forma de vida pode existir fora da Terra?



Provavelmente são formas de vida diferentes das nossas, pois as condições atmosféricas são diferentes das nossas, com outros gases que as compõem.

Como nos fala José Eduardo, pesquisador do Departamento de Astronomia da UFRGS: "Já foram detectadas centenas de compostos orgânicos em nuvens moleculares dentro de nossa galáxia e até em outras galáxias!"

Em meteoritos que caíram sobre a superfície terrestres foram encontrados possíveis restos de nano bactérias que indicam a possível vida em Marte.

Essas pesquisas nos indicam que há sim algum tipo de vida fora do nosso planeta, talvez vida em pequenas escalas como bactérias e alguns gases que favorecem a geração de vida.

Porém, são muitas pesquisas e estão em andamento, com auxílio da inteligência artificial.

O universo nos aguarda!


Referências: https://www.ufrgs.br/astronomia/wp-content/uploads/2018/09/Aula8-Procura-de-vida-fora-da-Terra-Jos%C3%A9-Eduardo.pdf


http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/586676-encontraremos-sinais-de-formas-de-vida-simples-fora-da-terra-nos-proximos-anos

Será que estamos sozinhos no Universo?

Será que estamos sozinhos no universo? É o tipo de pergunta que surge naturalmente em rodas de discussão informais como, por exemplo, uma mesa de bar. No entanto, existem estudos sérios que visam criar uma resposta científica para esta pergunta que muitas vezes é mais retórica e filosófica do que prática.
Para tentar chegar a uma conclusão, a NASA possui um projeto usa inteligência artificial com o objetivo de detectar padrões que permitam identificar sinais de vida em outras partes do universo. Chamado de FDL (Laboratório de Desenvolvimento de Fronteiras, na sigla em inglês), o programa utiliza os serviços de computação em nuvem do Google para processar toneladas de dados e alcançar em minutos respostas que levariam meses para serem alcançadas por cérebros humanos.
O primeiro passo na identificação de um planeta que possa abrigar vida é... encontrá-lo. Pode parecer redundante, mas não é uma tarefa fácil. Exoplanetas, como são chamados os planetas que orbitam outras estrelas que não são o nosso Sol, estão incrivelmente distantes, o que torna a missão de encontrá-los bastante complicada.
Como explica Massimo Mascaro, diretor do Google Cloud para inteligência artificial aplicada, a descoberta de um planeta acontece quando um deles acaba cruzando a linha de visão dos equipamentos que a NASA têm apontados para estrelas pelo espaço. Neste momento, os sensores detectam uma breve interrupção na emissão de luz; é o momento em que o exoplaneta bloqueia a luz da estrela.
Esse trabalho é feito pelo satélite TESS (Satélite de Pesquisa de Exoplanetas em Trânsito, em inglês), que a cada 27 dias despeja terabytes de dados sobre uma porção do céu analisada durante o mês. A partir destas informações, os pesquisadores precisam encontrar o padrão mencionado previamente: uma luz que brevemente perde a intensidade como resultado de um objeto que cruza o seu caminho até os sensores do satélite. É um padrão bastante delicado, e que muitas vezes levou a falsos positivos quando esse trabalho era feito por mentes humanas.
Graças à tecnologia de aprendizado de máquina, no entanto, a NASA se tornou capaz de treinar uma inteligência artificial que é capaz de identificar em “um piscar de olhos”, como define o astrônomo
Hugh Osborn, o que é e o que não é um planeta, com a capacidade de identificar e classificar rapidamente as diferentes curvas de luz e observar variáveis que não haviam sido percebidas pelos cientistas. Os pesquisadores notaram que a precisão da análise subiu de 94% para 96% quando a máquina começou a fazer essa função; a diferença pode parecer marginal, mas os humanos levavam dias para concluir a tarefa, enquanto a máquina leva apenas alguns segundos para isso, com uma taxa de acerto maior.
Essa, no entanto, é apenas uma das partes da pesquisa de vida alienígena. Encontrar novos exoplanetas é útil como ponto de partida, mas como sabemos apenas de olhar para o nosso Sistema Solar, nem todos os planetas têm condições de abrigar vida.
Essa tarefa é complicada. Desde que a humanidade começou a olhar para o espaço, apenas alguns milhares de exoplanetas já foram confirmados, o que é uma base muito pequena de comparação e análise. Diante disso, os pesquisadores se dedicaram a criar uma base de 3 milhões de planetas simulados por computador, cada um com características únicas, mas similares à Terra por possuírem um solo rochoso, o que pode ajudar os astrobiólogos a testarem suas teorias de forma mais ampla, para analisar o que faz ou não um planeta ser possivelmente habitável. Esse banco de dados ajuda na comparação com exoplanetas reais que venham a ser encontrados pelo TESS para analisar potenciais candidatos a abrigar vida.
A última questão a ser resolvida é entender, afinal de contas, o que é a vida. É mais do que uma questão meramente filosófica, já que nós só conhecemos um planeta habitado até hoje: o nosso. Pode haver outros planetas com características diferentes da Terra e que tenham desenvolvido outros tipos de vida ao longo de bilhões de anos, e isso pode fazer com que tenhamos dificuldades de identificar seres vivos em outros mundos.
Por este motivo, um outro grupo de pesquisadores se dedicou a simular atmosferas, criando propriedades ambientais que possam divergir da Terra e analisar quais delas são quimicamente viáveis. Para isso, foi utilizada a plataforma de computação em nuvem do Google para simular composição elemental e a pressão do ar 270 mil atmosferas utilizando 12 elementos gasosos tipicamente associados com funções biológicas. A ideia é estabelecer quais combinações geram mundos quimicamente viáveis para a vida, o que permitiria comparar essas informações com os exoplanetas que forem detectados.
Tudo isso, no entanto, não oferece qualquer garantia de que vida será encontrada no espaço. Todos esses esforços, afinal de contas, são métodos para evitar que sinais passem diante dos nossos narizes e não percebamos, mas a descoberta ainda depende de uma boa dose de sorte. Isso, claro, se houver algum tipo de vida lá fora.



Referencia:
https://olhardigital.com.br/noticia/como-a-inteligencia-artificial-esta-ajudando-a-nasa-a-buscar-vida-fora-da-terra/84883

Movidas pela curiosidade por vida fora da Terra criamos este blog para compartilhar algumas das nossas descobertas! Sejam bem-vindos!

Retomando...

Confere aí o infográfico que fizemos para apresentar o caminho do nosso projeto de pesquisa!